domingo, 31 de outubro de 2010

História mexicana



Hoje, por mais que eu não queira, estou vivendo um velho dilema de novela mexicana.
Entre os casos e acasos, eu me vejo como o bobalhão da dramaturgia, aquele que é usado e abusado.
Durante algum tempo, eu venho tentando evitar alguns tipos de relacionamento, e logo o que eu mais evitei é o que aconteceu!
Eu estava em meu trabalho como em um dia normal e atendi uma linda garota, nas primeiras horas foi tudo bem, mas ela não se contentou e me deu o número do celular dela, eu esperei pra ligar só no outro dia, querendo saber o que ela realmente queria ...
Eu liguei a primeira vez e nada, liguei a segunda, e foi quando ela atendeu, e meu nervosismo tomou conta de mim por completo! Enrolei muito sobre o assuntos do meu trabalho, foi quando ela me interrompeu e disse “eu não te dei meu número pra saber de trabalho e sim pra saber de você! Você tem namorada?” – Até ai meus querido leitores, minha vida estava ótima, mas, eu tinha que marcar de sair com ela! – então respondi que não tinha namorada, e eu meio que entendi que ela não tinha namorado, mas eu estava errado! Ela tem namorado, e mesmo assim eu quis ficar com ela, foi então que marcamos pra sair após o meu expediente!
Foi a melhor garota com quem fiquei até hoje, e apesar de não tolerar traição, eu quero mais,e mais, e mais!!!!  Acho que essa tensão, esse ar de perigo, essa quebra de rotina, me fazem ir alem dos meus limites.

Galera, eu sei que não é certo o que eu fiz, então me ajudem a dar um desfecho melhor pra essa história mexicana!


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Smile XD



Obrigado por me fazer enxergar
quando tudo o que eu via era escuridão
e eu procuro uma maneira de recompensar
tudo o que fez por mim
Porque tudo que eu levo daqui
tem uma parte de você
Eu estou correndo,correndo, na sua direção
tudo pra te ver sorrir,sigo até na contra mão 
mas estou caindo,caindo, não consigo voltar
mas prefiro arriscar tudo do que te deixar pra trás
Cada passo que eu pretendo caminhar
me assusta pois eu não sei bem a direção
e quando eu sinto que não posso mais me arriscar
você me faz perceber
Que vale a pena seguir
e que o tempo não espera por ninguém
Eu estou correndo,correndo, na sua direção
tudo pra te ver sorrir,sigo até na contra mão 
mas estou caindo,caindo, não consigo voltar
mas prefiro arriscar tudo do que te deixar pra trás
E quando tudo acabar, eu não vou me importar
porque eu vou estar com você.

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Valeu Bárbara Gouveia,você é o que mantém meu sorriso no lugar! (Foto By Bárbara Gouveia)






sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Um gritante silêncio de amor



"Sabe, já faz tempo que eu queria te falar
das coisas que guardo no peito,
saudade,já nem sei se é a palavra certa pra usar,
ainda lembro do seu jeito"
(Chimarruts)







terça-feira, 12 de outubro de 2010


"Você dividiu comigo a sua história
E me ajudou a construir a minha,
Hoje mais do que nunca somos dois
E nossa liberdade é o que nos prende"




Máscaras (Menotti Del Picchia)



O AMOR DE COLOMBINA – III
Uma voz que canta se aproxima. 

A VOZ: Esse olhar deu-me o desejo daquele beijo encontrar, mas nunca , reunidas, vejo a volúpia desse beijo e a tristeza desse olhar!




Pierrot, extasiado: Escutaste, Arlequim, que cantiga tão bela?
Arlequim: Era dela esta voz?
Pierrot: Esta voz era dela...
Arlequim está imerso na sombra e um raio de luar ilumina Pierrot. Entra Colombina trazendo uma braçada de flores.
Colombina vendo Pierrot: Tu? Que fazes aqui?
Pierrot: Espero-te, divina... A sorte de um Pierrot é esperar Colombina!
Colombina: Pela terra florida, olhos cheios de pranto, eu procurei-te muito...
Pierrot: E eu esperei-te tanto!
Colombina: Onde estavas, Pierrot? Entre as balsas amigas, tendo no peito um sonho e no lábio cantigas, dizia a cada flor:  “Mimosa flor, não viste um Pierrot muito branco...”
Pierrot: Um Pierrot muito triste...
Colombina: E respondia  a flor: “Sei lá... Nestas campinas passam tantos Pierrots atrás de Colombinas...” E eu seguia e indagava: “Ó regato risonho: não viste, por acaso, o Pierrot do meu sonho? “ E o regato correndo e cantando, dizia: “Coro e canto e não vejo” -  e cantava e corria...  Nos céus, ergendo o olhar, eu via, esguio e doente, o pálido Pierrot recurvo do crescente... Assim te procurei, entre as balsas amigas, tendo no peito um sonho e  no lábio cantigas, só porque, meu amor, uma noite, num banco, eu encontrara olhar de um triste Pierrot branco.
Pierrot: Não! Não era um olhar! Ardia nessa chama toda a angústia interior do meu peito que te ama Nosso corpo é tal qual uma torre fechada  onde sonha, em seu bojo, uma alma encarcerada. Mas se o corpo é essa torre em carne e sangue erguida,  O olhar é uma janela aberta para a vida, e, na noite de cisma, enevoada e calma,  na janela do olhar se debruça nossa alma
Colombina, languidamente abraçada a Pierrot: Olha-me assim, Pierrot... Nada mais belo existe que um Pierrot muito branco e um olhar muito triste...  Os teus olhos, Pierrot, são lindos como um verso. Minh’alma é uma criança, e teus olhos um berço com cadências de vaga e, à luz do teu olhar, tenho ânsias de dormir, para poder sonhar!  Olha-me assim, Pierrot... Os teus olhos dardejam!  São dois lábios de luz que as pupilas me beijam...  São dois lagos azuis à luz clara do luar... São dois raios de sol prestes a agonizar...  Olha-me assim Pierrot... Goza a felicidade  de poluir com esse olhar a minha mocidade aberta para ti como uma grande flor, meu amor...meu amor...meu amor...
Pierrot: Meu amor!
Colombina e Pierrot abraçam-se ternamente. Há, como um cicio de beijos, entre os canteiros dos lírios. Arlequim, vendo-os, sai da treva e, com voz firme, chama.
Arlequim:  Colombina!
Colombina, voltando-se assustada: Quem é?
Arlequim: Sou alguém, cuja sina foi amar, com Pierrot, a mesma Colombina. Alguém que, num jardim, teve o sublime ensejo de beijar-te e jamais se esquecer desse beijo!
Colombina, desprendendo-se de Pierrot: Tu, querido Arlequim!
Arlequim, galanteador: Arlequim que te adora...Que te buscava há tanto e que te encontra agora. Colombina, E procurei-te em vão, mas te esperava ainda.
Arlequim a Pierrot: Ela está mais mulher...
Pierrot num êxtase: Ai! Ela está mais linda!
Arlequim, enfatuado, a Colombina:  És linda, meu amor!  Nessa formas perpassa na cadência do Ritmo, a leveza da Graça. Teus braços musicais, curvos como perfídia, têm a graça sensual de uma estátua de Fídias. Não sendo inda mulher, nem sendo mais criança, encarnas, grande viva, a Flor-de-Liz de França... Sobe da anca uma curva ondulante que chega   a teu corpo plasmar como uma ânfora grega  e é teu vulto triunfal, longo, heráldico, esgalgo, coleante como um cisne  e esbelto como um galgo!
Colombina, fascinada: Lindo!
Arlequim: E não disse tudo... E não disse do riso boêmio como ébrio e claro como um guizo. E ainda não falei dessa voz de sereia que, quando chora, canta, e quando ri, gorjeia... Não falei desse olhar cheio de magnetismo,  que fulge como um astro e atrai como um abismo, e do beijo, que como uma carícia louca...  inda canta em meu lábio e inda sinto na boca! 
Colombina com um voz sombria de volúpia:  Fala mais, Arlequim! Tua voz quente e langue tem lascivo sabor de pecado e de sangue. O venenoso amor que tua boca expele põe-me gritos na carne e arrepios na pele!  Fala mais, Arlequim! Quando te escuto, sinto O desejo explodir das potências do instinto, O brado da volúpia insopitada, a fúria,do prazer latejando em uivos de luxúria! Fala mais, Arlequim! Diz o ardor que enlouquece  a amada que se toca e aos poucos desfalece,  e que, cega de amor, lábio exangue, olhar pasmo, agoniza num beijo e morre num espasmo. Fala mais, Arlequim! Do monstruoso transporte que, resumindo a vida, anseia pela morte, dessa angústia fatal, que é o supremo prazer da glória de se amar, para depois morrer!Pierrot num soluço: Ai de mim!...
Colombina, como desperta: Tu Pierrot!
Pierrot, num fio de voz:  Ai de mim que, tristonho, trazia à tua vida a oferta do meu sonho...Pouca coisa, porém... Uma alma ardente e inquieta arrastando na terra um coração de poeta. Na velha  Ásia, a Jesus, em Belém, um Rei Mago, não tendo outro partiu através de Cartago, atravessando a Síria, o Mar Morto infinito, a ruiva e adusta Líbia, o mudo e fulvo Egito, as várzeas de Giseh, o Hebron fragoso e imenso, só para lhe ofertar uns grânulos de incenso... Também vim, sonhador, pela vida, tristonho, trazer-te o meu amor no incenso do meu sonho.
Colombina com ternura: Como te amo, Pierrot...
Arlequim: E a mim, cujo desejo te abriu o coração com a chave do meu beijo? A tua alma era como a Bela Adormecida: o meu beijo a acordou para a glória da vida!
Colombina  fascinada: Como te amo, Arlequim!...
Pierrot desvairado pelo ciúme, apertando-lhe os pulsos, numa voz estrangulada: A incerteza que esvoaça desgraça muito mais do que a própria desgraça. Escolhe entre nós dois... Bendiremos os fados sabendo o que é feliz, entre dois desgraçados!
Arlequim: Dize: Queres-me bem?
Pierrot: Fala: gostas de mim?
Colombina, hesitante A Pierrot:  Eu amo-te , Pierrot...  A Arlequim: ... Desejo-te, Arlequim...
Arlequim, soturnamente:  A vida é singular! Bem ridícula, em suma... Uma só, ama dois... e dois amam só uma!..
Colombina, sorrindo e tomando ambos pela mão: Não! Não me compreendeis... Ouvi, atentos, pois meu amor se compõe do amor de todos dois... Hesitante, entre vós, o coração balanço:  A Arlequim: O teu beijo é tão quente...   A Pierrot:  O teu sonho é tão manso...  Pudesse eu repartir-me e encontrar minha calma dando a Arlequim meu corpo e a Pierrot a minh’alma!  Quando tenho Arlequim, quero Pierrot tristonho, pois um dá-me o prazer, o outro dá-me o sonho!  Nessa duplicidade o amor todo se encerra: um me fala do céu... outro fala da terra!  Eu amo, porque amar é variar, e em verdade toda a razão do amor está na variedade...  Penso que morreria o desejo da gente, se Arlequim e Pierrot fossem um ser somente, porque a história do amor pode escrever-se assim:
Pierrot: Um sonho de Pierrot....
Arlequim: E um beijo de Arlequim! (Menotti Del Picchia)

(Queria dividir com vocês o que estou lendo atualmente, Poemas de Menotti Del Picchia,me identifico muito com o capitulo máscaras, cujo postei esse trecho)

(Bárbara Gouveia ativamente em minha cabeça,sabe lá o porque. \o/ amo você amiga!)
(Trilha sonora do dia: Sentimental - Los Hermanos)
(Trecho tirado do Blog Lica)

sábado, 2 de outubro de 2010

Eleições 2010



Dessa vez falarei sobre coisa séria. O futuro do nosso país!
Galera, essa é a hora de mostrar que o povo ainda tem voz, temos que analisar as propostas dos candidatos e ver o que parece menos desonesto!

Dilma é terrorista!

Serra, hahaha esse é ladrão e mentiroso de carteirinha!!!

Marina é uma boa candidata a presidência! (até penso em votar nela!!!)

Plínio também é um bom candidato... muito inteligente!! Mas ele ta muito velho,acho que ele não agüenta a pressão!! Ele ta parecendo o Mun-Há do Tundercats!!!

Mas a melhor hora chegou.. A parte dos Governadores!

 Vamos pensar um pouco... A família Sarney esta afundando o Maranhão por mais ou menos uns 40 anos (QUARENTA ANOS), e Roseana Sarney, com seus 57 anos de idade, acha a mesma coisa que o pai.. que NUNCA sairá do poder!!! HAHAHAHA



Se fudeu cumpade .. PORQUE EU.. E VARIOS COMO EU,NÃO ABAIXAMOS A CABEÇA PRA CORRUPTOS!!! 


Graças a Deus temos pelo menos Flavio Dino pra vota! Porque se não tivesse, eu votaria como todas as eleições  (CONTRA BURGUÊS, VOTE 16.. PSTU .. SÓ A LUTA MUDA A VIDA! )
Quase esqueci do cara de maracujá seco do Jackson Lago.. VELHO LADRÃO! Não se agüenta nem em pé, e quer ser governador do Maranhão!



É isso ai galera, VOTO consciente.. já que somos OBRIGADOS a fazer parte dessa FALSA DEMOCRACIA, então não vamos aliviar pra eles!!! DESCE O CACETE NESSE BANDO DE LADRÃO! VAMOS COLOCAR QUEM REALMENTE FARÁ A DIFERENÇA!

(Fotos do movimento Fora Roseana Sarney de São Luis do blog Mr Rogens, e do movimento Fora Roseana Sarney de Imperatriz de Mariana)
(Trilha sonora do dia: Urgência - Dead Fish)