
Como todo escritor, tenho como
meu fiel escudeiro um cinzeiro. Nada muito especial. Ele esta velho, arranhado,
com cheiro de cigarros de anos e anos. Mas apesar do fardo pesado que ele
carrega, não tenho do que reclamar dos vários anos de lealdade.
Em cada conto, cada poema, cada
pensamento e musica, ele estava ao meu lado. Aparando as cinzas...